Não seja você um Japuminiano

Saia do passado. Viva o presente. Construa o Futuro.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Socialismo, pero nom mucho

Este não é um artigo politico, embora fale de politica. Fiquei impressionado como o discurso e a pratica divergem em algumas pessoas. Acompanhei bem de perto a campanha a prefeito de 2008 aqui em Goiana. Vi quando por muitas vezes a Deputada Federal Ana Arraes estava nas caminhadas e comicios do prefeito Henrique Fenelon. Também vi depois da reeleião do prefeito Henrique Fenelon ele discusar e confirmar seu apoio à Deputada Ana Arraes. Depois de uma questão com os usineiros da Usina Santa Tereza, por causa de 100 hectares de terra para a implantação de uma distibuidora de alimentos, que iria gerar mais de 1.000 empregos diretos de nível médio, a Deputada Ana Arraes repudiou o apoio do prefeito. Não é estranho, um partido socialista que opta por não apoiar um empreendimento destes? Mas tudo bem, como dizia um amigo meu "manda quem pode, obedece quem tem juízo". Viva 03 de outubro, dia da dependência do voto,

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Pra quê existimos?

Japuminianos! O que é isso mesmo? Precisamos mudar nossa maneira de pensar e agir. Ser um japuminiano é ser alguém que está com a cabeça e os pés presos no passado. Que não consegue enxergar o sucesso, ou o progresso, ou o desenvolvimento. Precisamos quebrar este paradigma de achar que tudo é sina, é destino, é carma. Você pode mudar seu destino e isso não depende de ninguém a não ser de você mesmo. Então vamos levantar nossas cabeças e olhar para o alto, olhar para cima. Chega de derrota e fracassos, chega de viver do passado. Ah! Meu passado foi glorioso, antes eu tinha isso, antes eu tinha aquilo... É hora de se preparar para o futuro. É hora de enfrentar as barreiras. É hora de mudar sua história. Neste blog iremos falar muito sobre carreira, sobre comportamento, sobre politica, aliás, sobre tudo que possa contribuir para você ser um cidadão melhor. Nossa proposta é fazer com que você deixe de ser um japuminiano e passe a ser um verdadeiro goianense, com orgulho no peito e com alegria e esperança no futuro. Japuminiano nunca mais! Agora sou goianense, terra de homens e mulheres bravos, que não se rendem as opressões, que não se rendem ao destino. Nós fazemos o nosso destino. Sejam bem vindos ao JAPUMINIANOS.

O Que é Japumim

O Engenho

Em terras vastas e férteis, situadas na várzea do Rio Capibaribe Mirim o colono Diogo Dias, morador da Vila de Nossa Senhora da Conceição, fundou no ano de 1570 um engenho de açúcar, a que chamou de Japumim. Construiu também uma casa grande, uma capela e levou para fazer o povoamento cerca de seiscentas pessoas.
Sabendo que índios da região poderiam querer invadir suas terras, mandou cavar extensos valados, levantar fortins e providenciou uma artilharia. Posteriormente Diogo Dias adentrou o mundo da agro-indústria açucareira, do qual em pouco tempo já estava remetendo algum produto para os depósitos no Recife.
Nas proximidades do Engenho Japumim animadas com seu progresso, foram aparecendo outras fábricas que embora menores, desenvolveram-se com rapidez suficiente para invadir em um prazo curto de tempo, o vale do Itapirema, incluindo-o afinal no contexto geográfico da futura Goiana. Começa aí a história dessa cidade, incontestavelmente um dos aglomerados comunitários mais antigos do Brasil e hoje uma das principais cidades de Pernambuco.
Vale dizer que anos depois o Japumim acabou sendo destruído pelos índios numa batalha sangrenta, fato que não faz com que mude a concepção de inúmeros historiadores que Goiana tenha começado a surgir nesse engenho.

Marco Zero

Com o nome de Pontas de Roma, o marco foi assentado em terras do Engenho Japomim pelo interventor Hélio Albuquerque e indica o local onde nasceu o povoado de Goiana. O marco zero é composto pelo que restou de duas colunas de uma antiga construção local. Todo ano no dia de São Pedro ocorre uma procissão fluvial partindo desse engenho.

Monumento

Formado por duas colunas, sem capitel, é um exemplo da arquitetura do estilo grego. Observa-se na sua estrutura uma recordação àqueles que tombaram ao campo das batalhas em defesa da cidade porque há uma das colunas partida no meio.
Foi erguido nas terras do antigo Engenho Japomim (que pertenceu ao fundador da cidade, Diogo Dias) pela Comissão Municipal das Comemorações juntamente com a colaboração do Interventor Federal, para comemorar o aniversário dos quatrocentos anos de Goiana, no ano de 1970.